Por Antônio d"Alemar
10 outubro 2011
09 outubro 2011
UMA PERDA PARA A INOVAÇÃO

Perda de um grande inovador: Steve Jobs morreu esta semana. Ele sempre inovou na tecnologia, sempre procurou melhorar os aparatos tecnológicos. Criou sistemas muito avançados que mudaram a história da tecnologia. Quando nasceu, foi deixado para adoção por sua mãe biológica. Seu interesse pela tecnologia começou quando frequentava palestras da Hewlett-Packard; em 1972, após cursar somente um semestre da Universidade de Reed e desistir da carreira universitária, começou a trabalhar na Atari. Após algum tempo ali, viaja para a Índia junto com seu amigo em busca de iluminação espiritual. Voltou budista convertido, o que influenciou muito em tudo que aplicaria na Apple. Anos depois, com a participação da Apple, lançou um computador que fez revolucionar a tecnologia. Em sua carreira, depois de demitido da Apple, retorna com novos projetos, aplicou idéias inovadoras, bem como muitas idéias fracassadas que não deram certo, mas sempre mostraram a mente brilhante deste grande homem contemporâneo que se vai, deixando um grande legado. Observando as rumorosas reações à morte de Steve, a escritora Ivana Arruda postou no portal dela, no Facebook : "O capitalismo já tem seu santo!' Que tal ?
Boa semana a todos!
06 outubro 2011
ENTREGA DOS PONTOS
Por Marcelo Finholdt
Em Minas Gerais nem tudo que rola é queijo.
Brinco com fogo quando bebo vinho,
no braseiro dos charutos cubanos.
Devagar é que não se vai longe,
divago enquanto bebo, fumo e versejo
sobre a morte.
O dia chegará: estas companhias,
pouco a pouco levarão-me.
É de gole em gole, trago a trago
que sublimo.
Entrego-me aos braços do vento
num sobrevoo atmosférico:
(Quer seja noite, quer seja dia;
dia e noite, noite e dia.)
05 outubro 2011
ISABEL FURINI JUSTIFICA DESLIGAMENTO DELA
JUSTIFICATIVA
Assim como Marco Antônio de Araújo Bueno saiu do blog O Bule eu solicito minha saída do blog coletivo De Chaleira, simplesmente porque pessoas diferentes tem enfoques diferentes. Por isso, solicito deletar a minha foto e retirar os textos (que serão postados em meu blog pessoal). Mas agradeço a oportunidade de participar desse trabalho coletivo.
Isabel Furini
Pelo De Chaleira : Solicitação aceita e providências concernentes,
SEXO DOS ANJOS
Por Álvaro Posselt
Em um passeio pelos jardins do paraíso, encontrei um ser angelical.
Loira, olhos azuis e cabelos cacheados, coxas à mostra, o decote insinuava seios fartos.
Não consegui me conter, investi com um clichê de galanteador:
- Sabe, sempre quis saber qual é o sexo dos anjos...
Receptiva, balançou as asas e mostrou-se disposta a esclarecer minha dúvida.
Levantou a saia curta, não usava nada por baixo, desvendando-se aos poucos o mistério, eis que surge um penduricalho.
Em um passeio pelos jardins do paraíso, encontrei um ser angelical.
Loira, olhos azuis e cabelos cacheados, coxas à mostra, o decote insinuava seios fartos.
Não consegui me conter, investi com um clichê de galanteador:
- Sabe, sempre quis saber qual é o sexo dos anjos...
Receptiva, balançou as asas e mostrou-se disposta a esclarecer minha dúvida.
Levantou a saia curta, não usava nada por baixo, desvendando-se aos poucos o mistério, eis que surge um penduricalho.
04 outubro 2011
03 outubro 2011
FILOSOFIA DO COLETIVO DE CHALEIRA
Arriscamos supor: Quem nos visita, além de nós e nossas egóicas extensões, seja também autor; um olho nos textos, outro na carpintaria voltada à blogosfera literária.
Pois bem, escrevemos para o seu insuspeitável terceiro olho. Pouco ocidental, nada acidental. Arriscamos entretecer nossas reputações, nossos inéditos; nossas ilusões estéticas. Sobretudo – arriscamos.
Partimos de uma base consolidada em experiências de produção literária (rodas de leitura, oficinas, curadorias articuladas) que cravou vínculos fortes entre escritores, artistas plásticos, fotógrafos e ferventamos uma matriz de publicação; nada acidental!
Eis aqui a Chaleira virtual, em suporte já testado e querendo vapores de tinta, produzindo peças inspiradas pela aura advinda de nossa matriz comum. Voltada à sua leitura, escritor hipócrita, - nosso semelhante, - nosso irmão.
Por Marco A.de Araújo Bueno
Pois bem, escrevemos para o seu insuspeitável terceiro olho. Pouco ocidental, nada acidental. Arriscamos entretecer nossas reputações, nossos inéditos; nossas ilusões estéticas. Sobretudo – arriscamos.
Partimos de uma base consolidada em experiências de produção literária (rodas de leitura, oficinas, curadorias articuladas) que cravou vínculos fortes entre escritores, artistas plásticos, fotógrafos e ferventamos uma matriz de publicação; nada acidental!
Eis aqui a Chaleira virtual, em suporte já testado e querendo vapores de tinta, produzindo peças inspiradas pela aura advinda de nossa matriz comum. Voltada à sua leitura, escritor hipócrita, - nosso semelhante, - nosso irmão.
Por Marco A.de Araújo Bueno
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