12 setembro 2011

TATO É TUDO





Mimeógrafo nos olhos
e nas mãos dedos fotógrafos
das minhas próprias letras.

Repito-me e repito
A vontade de falar
O novo.

Repito-me e repito
e sou o meu próprio ovo
amparado nas mãos que detêm calor,
mas não a paciência de me ver
choco.


.

Um comentário:

Marco A.de Araújo Bueno disse...

Boa, prof.! Hoje, dia 13, o De Chaleira faz vinte meses cravados de convivência com tua poética minimal. E sei que tens aí uns registros fotográficos etc. Que tal fazer uma graça antes que o maluco do Vitor Gomes o faça?
Abraça

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